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Jogos da Copa – oportunidade para ganhar dinheiro em 2026

O Brasil para quando a Seleção entra em campo. Bares lotam, restaurantes esgotam o estoque, ruas ganham decoração verde e amarela e o consumo em todo o país dispara. Os jogos da Copa são, historicamente, um dos períodos de maior movimentação comercial no varejo brasileiro, e 2026 não será diferente.

A edição deste ano é a maior da história do futebol. Pela primeira vez, 48 seleções disputam o torneio em três países, com 104 partidas ao longo de cerca de um mês. O número de jogos é quase o dobro de edições anteriores, o que significa mais dias de consumo intenso, mais noites com torcedores reunidos e mais oportunidades para quem tem um negócio de alimentação ou entretenimento.

Para quem está avaliando abrir uma franquia, o momento é estratégico. Entrar em operação com o calendário dos jogos da Copa já rodando significa capturar uma demanda aquecida logo nos primeiros meses de funcionamento. Franquias de alimentação, bares e escolinhas de futebol estão entre os segmentos que mais se beneficiam do clima gerado pelo torneio.

Mas o entusiasmo precisa vir acompanhado de planejamento. Aproveitar os jogos da Copa exige conhecer as regras do jogo, tanto comerciais quanto legais. A Federação Internacional de Futebol publicou diretrizes rígidas sobre o uso de sua propriedade intelectual, e comerciantes que ignoram essas restrições correm o risco de sofrer ações judiciais. Neste artigo, você vai entender como transformar esse período em uma oportunidade real para o seu negócio, com segurança e estratégia.

Por que os jogos da copa movimentam tanto?

jogos da copa

O comportamento do consumidor brasileiro muda de forma significativa durante os jogos da Copa. Segundo levantamento da Ipsos, 71% dos consumidores nacionais planejam gastar mais durante o torneio.

O dado reflete um fenômeno que vai além do futebol: o clima de celebração coletiva estimula compras por impulso, aumenta a frequência de saídas e eleva o ticket médio em estabelecimentos de alimentação.

Bares e restaurantes são os grandes beneficiários desse comportamento. A reunião em torno da televisão, seja em casa ou em estabelecimentos comerciais, cria uma demanda consistente por comida, bebida e convivência. Nos dias de jogo, especialmente quando o Brasil está em campo, o movimento pode triplicar em relação a uma quinta-feira comum.

O impacto também alcança o setor de serviços. Franquias de lavanderia, conveniência e alimentação rápida se beneficiam do aumento geral de circulação de pessoas. O consumidor que vai ao bar assistir aos jogos da Copa passa antes em uma conveniência, compra petiscos e bebidas, e talvez encerre a noite em uma hamburgueria próxima.

Outro fator relevante é a antecipação. Semanas antes dos primeiros jogos da Copa, a busca por produtos temáticos, decoração verde e amarela e itens de copa já cresce de forma expressiva. Quem abre um negócio com dois ou três meses de antecedência consegue se posicionar antes mesmo do apito inicial e construir uma base de clientes fiel antes da fase de maior demanda.

Para o futuro franqueado, esse cenário representa uma janela de entrada com demanda garantida. O período dos jogos da Copa funciona como um acelerador de reconhecimento de marca, especialmente para redes que ainda estão expandindo sua presença em novos mercados. Um ponto inaugurado durante o torneio pode consolidar sua reputação local em semanas, não em meses.

A pesquisa O Brasileiro e a Copa, conduzida pela Resenha Digital Clube e pela Data-Makers, aponta que 85% dos entrevistados pretendem acompanhar os jogos pela televisão aberta e 82% pelo Instagram. Esse consumo combinado de mídia cria oportunidades para negócios que souberem estar presentes nos dois ambientes, o físico e o digital, ao mesmo tempo.

Franquias de alimentação: segmento em alta

barzinho da copa

O segmento de alimentação fora do lar é o que mais cresce dentro do franchising brasileiro. De acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising, o setor registra expansão consistente há mais de uma década, e os períodos de grandes eventos esportivos funcionam como catalisadores desse crescimento.

Durante os jogos da Copa, a demanda por fast food, hamburguerias, redes de frango frito, pizzarias e conveniências cresce de forma acentuada.

O consumidor quer praticidade: pedidos rápidos, entrega eficiente e produtos que combinem com o clima de torcida. Franquias com cardápio adaptado para consumo em grupo, como combos, porções e promoções por quantidade, saem na frente.

A Associação Brasileira de Franchising mapeou mais de 170 redes no segmento de alimentação com unidades disponíveis para novos franqueados em 2026.

Os investimentos iniciais variam de forma bastante ampla: há modelos de quiosque a partir de R$ 50 mil e redes de restaurante completo que exigem acima de R$ 500 mil. Para quem quer entrar no mercado com foco nos jogos da Copa, modelos de operação enxuta, com menor ponto de equilíbrio, são os mais indicados.

Redes de açaí, sorvetes e sobremesas também apresentam desempenho elevado no período. O calor do inverno brasileiro no Norte e no Nordeste, aliado ao clima festivo dos jogos, mantém a demanda por produtos gelados mesmo fora do verão. Regiões com temperatura elevada ao longo do ano são especialmente receptivas a esse tipo de franquia durante o torneio.

Outro ponto de atenção para o futuro franqueado de alimentação é o estoque. Redes bem estruturadas já orientam seus franqueados a reforçar os pedidos nas semanas anteriores aos jogos da Copa, evitando ruptura de produtos nos dias de maior movimento.

Esse suporte logístico da franqueadora é um dos principais diferenciais em relação ao negócio independente e representa uma vantagem competitiva real durante o torneio.

Bares e cervejarias: o coração da festa

bar brahma

Se há um tipo de estabelecimento que encarna o espírito dos jogos da Copa no Brasil, é o bar. O ritual de assistir à partida acompanhado de amigos, com cerveja gelada e petiscos, é parte da cultura nacional.

Para quem investe em uma franquia de bar ou cervejaria, o torneio representa um dos maiores picos de receita do ano.

O mercado de bares franqueados cresceu de forma significativa nos últimos anos. Redes que combinam gastronomia de boteco com serviço padronizado conquistaram espaço em shoppings, centros comerciais e bairros boêmios das principais cidades.

Franquias de cerveja artesanal, bares temáticos e redes de happy hour se multiplicaram, atraindo um público de renda média e média-alta que busca experiência além do produto.

Durante os jogos da Copa, bares com transmissão ao vivo registram lotação máxima, especialmente nos jogos noturnos e nas fases eliminatórias. A combinação de ambiente propício, cardápio variado e transmissão em telões cria uma experiência que o consumidor dificilmente reproduz em casa.

O faturamento nesses dias pode representar o equivalente a uma semana inteira de operação normal. Para o franqueado que vai inaugurar durante o torneio, o momento é de comunicação intensa. Anunciar a inauguração com uma programação especial de jogos da Copa é uma estratégia eficaz para atrair o primeiro fluxo de clientes.

Parcerias com fornecedores de bebidas, que costumam oferecer brindes e apoio de marketing no período, também ajudam a reduzir custos iniciais e ampliar a visibilidade do novo ponto.

A escolha do ponto comercial é determinante para o sucesso durante o torneio. Bares localizados em regiões de alto fluxo noturno, próximos a faculdades, em corredores gastronômicos ou em bairros residenciais com pouca concorrência tendem a capturar melhor a demanda gerada pelos jogos da Copa. Visitar a região em dias e horários semelhantes aos dos jogos é uma forma prática de avaliar o potencial do local antes de assinar o contrato.

É importante, no entanto, que toda a comunicação seja construída com termos genéricos. Usar apenas referências ao futebol, às cores nacionais, a bolas, apitos e gramados é suficiente para criar a atmosfera de torcida sem infringir as diretrizes da entidade organizadora do torneio. Mais detalhes sobre o que pode e o que não pode ser usado estão em outra seção deste artigo.

Escolinhas de futebol: o legado dos jogos

brasileirão 2025

Nem só de adultos vive a febre do futebol. Cada edição do torneio desperta uma nova geração de crianças apaixonadas pelo esporte. Depois dos jogos da Copa, é comum observar um aumento expressivo na procura por escolinhas e projetos esportivos voltados para crianças e adolescentes.

Para franqueados que pensam além do curto prazo, esse é um mercado com potencial de expansão sustentada. Franquias de escolinhas de futebol operam em um modelo de baixo investimento inicial e receita recorrente.

O faturamento vem das mensalidades, que garantem previsibilidade financeira mesmo fora do período de maior demanda. Durante e após os jogos da Copa, a procura por matrículas sobe de forma consistente, impulsionada pelo entusiasmo das crianças que acompanharam as partidas pela televisão.

O perfil do franqueado ideal para esse segmento inclui afinidade com esporte e educação, além de habilidade para lidar com famílias e comunidades locais. A maioria das redes não exige experiência prévia em futebol profissional: o método de ensino é fornecido pela franqueadora, com treinamentos técnicos e pedagógicos para os professores contratados pelo franqueado.

Os pontos de operação mais indicados para escolinhas de futebol incluem clubes, associações esportivas, condomínios com quadra e praças públicas concedidas por contratos municipais. Em cidades de médio porte, onde a oferta de atividades esportivas estruturadas para crianças ainda é limitada, o modelo tem conseguido rentabilidade em prazos menores do que nas capitais.

Quem deseja capitalizar diretamente sobre o entusiasmo gerado pelos jogos da Copa pode estruturar uma campanha de matrículas temática, com imagens genéricas de bola, campo e crianças praticando o esporte. O timing é preciso: campanhas lançadas durante o torneio tendem a gerar maior taxa de conversão, pois o esporte está no centro das atenções de toda a família.

Além do futebol de campo, algumas redes também oferecem modalidades complementares como futsal, society e futebol feminino. A diversificação aumenta o leque de público atendido e reduz a sazonalidade, já que modalidades indoor funcionam bem em meses chuvosos ou em regiões com clima mais frio. A inclusão do futebol feminino, em especial, tem mostrado crescimento acelerado nas redes que apostaram no segmento.

O que pode e o que não pode usar no marketing no período da Copa

carnaval em bh

Um dos maiores riscos para comerciantes durante os jogos da Copa é a comunicação inadequada. A entidade que organiza o torneio publicou diretrizes detalhadas de propriedade intelectual e age judicialmente contra empresas que usam suas marcas sem autorização. O chamado marketing de emboscada, quando uma marca tenta se associar ao evento sem ser patrocinadora oficial, é monitorado de perto e punido com rigor.

Alguns termos são protegidos e não podem ser usados em materiais publicitários, redes sociais ou comunicação comercial por empresas que não fazem parte do grupo de patrocinadores oficiais. A lista inclui expressões que combinam o nome do torneio com o ano ou com a entidade organizadora, além de slogans, emblemas, logotipos das cidades-sede, mascote oficial, troféu e a fonte tipográfica criada exclusivamente para o evento.

Empresas que usam esses elementos em anúncios pagos, posts comerciais ou decoração de estabelecimentos estão sujeitas a notificações extrajudiciais e ações legais. As penalidades podem incluir multas, retirada imediata do material e, no caso de ingressos obtidos por promoções não autorizadas, cancelamento do acesso ao estádio.

O caminho seguro é a comunicação genérica. Imagens de bolas de futebol, gramados, traves, redes, apitos e camisetas amarelas sem escudo são elementos livres. As cores verde e amarela, a palavra Brasil e a palavra Seleção de forma isolada também podem ser usadas sem restrições. O termo Copa, sem combinação com marcas protegidas, está liberado para uso comercial.

Nas redes sociais, o cuidado precisa ser redobrado. Perfis comerciais não podem usar hashtags com termos protegidos para atrair atenção para seus negócios durante os jogos da Copa. O uso excessivo de propriedade intelectual oficial, mesmo sem fins declaradamente comerciais, pode ser interpretado como associação não autorizada. A recomendação é criar uma identidade visual própria, temática e festiva, mas sem reproduzir nenhum elemento oficial do torneio.

Para restaurantes, bares e estabelecimentos que pretendem exibir os jogos ao vivo, há regras específicas. A transmissão para fins comerciais exige licença dos detentores dos direitos de mídia. Estabelecimentos que exibem os jogos da Copa em telões para o público pagante precisam verificar as condições de licenciamento junto às emissoras autorizadas antes de divulgar qualquer programação.

Como planejar a entrada no mercado de franquias agora?

Para quem quer aproveitar os jogos da Copa como ponto de partida para um novo negócio, o tempo é um fator crítico. Processos de seleção de franqueados, assinatura de contrato, adequação do ponto comercial e treinamento inicial costumam levar de dois a quatro meses. Quem ainda não iniciou a pesquisa precisa agir com urgência para estar em operação antes ou durante o torneio.

O primeiro passo é definir o segmento. Alimentação rápida, bar, restaurante casual ou escolinha de futebol são quatro caminhos com perfis de investimento, operação e público bastante distintos. Cada um exige um tipo de ponto comercial, um nível de engajamento operacional e uma expectativa de retorno diferente. Conversar com franqueados que já estão em operação é uma das formas mais eficazes de entender a realidade de cada modelo antes de decidir.

A COF, sigla para Circular de Oferta de Franquia, é o documento que a franqueadora é obrigada por lei a fornecer ao candidato antes da assinatura do contrato. Ela contém todas as informações financeiras da rede, incluindo investimento total, taxas, prazo de retorno estimado e dados dos franqueados ativos e encerrados. Ler a COF com atenção, e preferencialmente com o suporte de um advogado especializado em franchising, é etapa obrigatória antes de qualquer decisão.

O capital de giro também merece atenção especial. Muitos franqueados subestimam os custos dos primeiros meses de operação, quando o ponto ainda está construindo sua base de clientes. Ter reserva para três a seis meses de despesas fixas é uma recomendação recorrente entre especialistas do setor, especialmente para quem estreia durante os jogos da Copa e precisa de fôlego para sustentar a operação após o fim do torneio.

A escolha do ponto comercial deve considerar não apenas o movimento atual da região, mas também o comportamento do consumidor local nos dias de jogo. Bairros com bares e restaurantes consolidados costumam registrar maior fluxo durante os jogos da Copa, o que beneficia os estabelecimentos vizinhos. Abrir em uma área já frequentada por torcedores reduz o esforço de atração inicial.

Por fim, vale lembrar que os jogos da Copa são um acelerador, não uma salvação. Um negócio bem estruturado, com localização adequada, equipe treinada e comunicação consistente vai prosperar durante o torneio e continuar crescendo depois que a festa acabar. O evento cria a oportunidade; a gestão é quem a transforma em resultado duradouro.

Tendências de consumo durante o torneio

O comportamento do consumidor durante os jogos da Copa evoluiu bastante nas últimas edições. Se antes o foco era exclusivamente no bar ou na casa de amigos, hoje o torcedor também consome no delivery, nas conveniências de posto, nas dark kitchens e nos quiosques de shopping. A diversificação dos canais de consumo amplia as oportunidades para franqueados de diferentes perfis.

O delivery cresceu de forma expressiva desde 2022 e não dá sinais de recuo. Durante os jogos da Copa, pedidos por aplicativo disparam nas horas que antecedem as partidas. Redes com operação estruturada para delivery, seja por meio de plataformas de terceiros ou de canal próprio, conseguem faturar de forma paralela ao salão, sem precisar aumentar a capacidade física do estabelecimento.

Outro comportamento relevante é a compra antecipada de itens para consumo em casa. Famílias que optam por assistir aos jogos da Copa em casa também movimentam o mercado: supermercados, açougues, distribuidoras de bebidas e redes de conveniência registram pico de vendas nos dias anteriores às partidas. Franquias que operam no varejo de alimentos podem estruturar kits temáticos para esse público sem infringir nenhuma restrição de propriedade intelectual.

O consumo infantil também não pode ser ignorado. Crianças que acompanham os jogos da Copa com a família são um público receptivo a produtos licenciados genéricos, como camisetas de times de futebol, produtos esportivos e materiais para praticar o esporte. Escolinhas de futebol que fazem ativações em pontos de grande circulação, como feiras e eventos de bairro, durante o torneio costumam registrar aumento significativo nas consultas de matrícula.

Por fim, a experiência se tornou um diferencial decisivo. O consumidor que sai de casa para assistir aos jogos de futebol quer mais do que uma televisão ligada: quer ambiente, atendimento, cardápio diferenciado e talvez até uma programação especial para cada jogo. Franquias que entendem esse desejo e entregam uma experiência consistente constroem relações duradouras com o cliente, muito além do período do torneio.

Além da copa masculina, vem aí a copa feminina no Brasil!

Os jogos da Copa chegam em 2026 como uma das maiores janelas de oportunidade da década para o empreendedorismo brasileiro. Franquias de alimentação, bares e escolinhas de futebol estão entre os segmentos mais bem posicionados para capturar essa demanda, desde que o planejamento seja feito com antecedência e a comunicação seja construída dentro das regras vigentes.

O franchising oferece o melhor dos dois mundos nesse contexto: a agilidade de entrar em operação com um modelo já testado e o suporte de uma rede para atravessar os desafios iniciais. Para quem ainda está avaliando qual caminho seguir, nosso portal reúne centenas de oportunidades em todos os segmentos, com filtros por investimento, setor e região. O próximo passo está a um clique de distância.

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